sábado, 20 de fevereiro de 2010

No dia 23 de Novenbro de 2009, a professora Nete Benevides e o aluno Estevão Andrantos do curso de Teatro da UFS foram eleitos Delegados e Suplente de Cultura de Laranjeiras - Sergipe .


Laranjeiras, 23de Novembro de 2009

ATESTADO

Atestamos para os devidos fins que Estevão Andrade dos Santos, aluno do curso de Licenciatura em Teatro do Núcleo de Teatro do CAMPUS de Laranjeiras/CAMPUSLAR, da Universidade Federal de Sergipe/UFS foi eleito suplente da Profº MSc. Lourdisnete Silva Benevides, lotada no Núcleo de Teatro do CAMPUS de Laranjeiras/CAMPUSLAR, da Universidade Federal de Sergipe/UFS, eleita Delegada Cultura de Laranjeiras durante a 1º Conferencia Municipal de Laranjeiras ocorrido em 23 de outubro de 2009, no Auditório do CAMPUSLAR/TRAPICHE/UFS.

Irineu Silva Fontes Junior

Secretário de Cultura de Laranjeiras








quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Relatório das eleições para Titular e Suplente(Estudantes), Coordenador e Vice do curso de Teatro UFS e da chapa do Centro acadêmico do curso .

Relatório das eleições para Titular e Suplente(Estudantes), Coordenador e Vice do curso de Teatro UFS e da chapa do Centro acadêmico do curso de Teatro UFS ocorrida no dia 22 de setembro de 2009 no campus laranjeiras.

As 19:45 minutos do dia 22 de setembro de 2009( terça-feira) reuniram-se na sala 05-B do campus Laranjeiras os alunos do 2º, 4º e 6º períodos a fim de eleger os representantes dos estudantes para os assuntos correlares do curso, além de eleger os coordenadores e também os representantes do centro acadêmico. O aluno João Roberto do 6º período iniciou a fala expondo a importância de todos estarem ali naquele momento para poder decidir o futuro do curso de Licenciatura em Teatro e a partir daí expôs a seqüência que se faria as eleições e também a maneira que seria feita esta eleição foi decidida em assembléia, por isso, voto aberto, com direito de voz. E sendo inicialmente a eleição para titular e suplente representantes com 1 ano de mandato e também para se fazerem presentes durante a eleição do coordenador e vice, que inclusive acontecerá dia 23 de setembro a tarde 14:00 no Teatro Tobias Barreto, onde se fará presentes os atuais professores e o coordenador Genésio Santos. Em seguida, propôs a eleição para o coordenador e vice, ou seja, a opinião dos alunos do curso de Teatro diante desta eleição e por fim a eleição do centro acadêmico. Todos acataram e iniciou a eleição para Titular e Suplente, João abriu oportunidades para candidatura do cargo entre os alunos presentes pois iria decidir naquele instante, então candidataram-se Rogers do 2º período, Estevão e Lidiane do 6º período e obtendo então: Nulos: 5 votos, Rogers: 8 votos, Estevão: 13 votos e Lidiane: 10 votos, portanto, Estevão foi eleito Titular e Lidiane Suplente para representarem os estudantes durante 1 ano em assuntos que digam respeito aos mesmos. Em seqüência, a eleição para coordenador e vice do curso de Licenciatura em Teatro. Foi considerado todos os professores para esta eleição, mesmo sendo levantada algumas questões sobre desistência de professores, mas apenas foi confirmada a do professor Celso pelo aluno Flávio Porto do 2º período, o que provocou uma possível alteração no resultado. Sem mais, segue a eleição Tendo como candidatos para coordenador: Celso Júnior, Maicyra Leão, Nete Benevides, Betto Laplane e André Rosa, obtendo assim: Celso: 1 voto, Laplane: 5 votos, Maicyra: 23 votos, Nete: 5 votos, André: 5 votos, Abstenção: 2 votos e Nulo: 0 sendo assim Maicyra escolhida para coordenadora com 23 votos. Na eleição de Vice, permanece os mesmos, sem a nova eleita Maicyra. Segue a eleição obtendo assim os seguintes resultados: Celso: 8 votos, Laplane: 9 votos, Nete: 2 votos, André: 16 votos, Abstenção: 2 e Nulo: 1, portanto, o novo vice coordenador eleito pelos estudantes em assembléia foi o professor André Rosa com 16 votos. A partir daí foi exposta a única chapa candidata para eleição do centro acadêmico do curso de Teatro. A chapa “Deixe Vir” estava composta por: Estevão, Eva, João, Eduardo e Giselle estudantes do 6º período além de Giovana e André estudantes do 4º período e também os alunos do 2º período: Flávio, Rogers, Anlayse e Stephany que se propuseram a eleição. E assim segue a eleição sendo eleita a chapa “Deixe Vir” por 33 votos a favor, obtendo também, Nulo: 5 votos. Sem mais para o instante, foi encerrada a eleição as 20: 21 minutos por Gustavo que presidiu a mesma e reconhecida pelo último aluno a sair da sala o estudante Ewerton do 6º período de Teatro e por mim Lidiane Nobre aluna do 6º período de Teatro que fez a relatoria.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Nomes dos aprovados da 4ª turma de Teatro da UFS 2010.

CANDIDATOS APROVADOS - Periodo Unico - Grupo A -

CURSO - 640 - Teatro - Lic (noturno)

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Seq NumOrdem Nome do Candidato Identidade Pontos Coloc

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001 10300363 ANNE CAROLINE ALVES TELES 33864985-SE 8839.34 6

002 10300366 EDEN VICTOR OLIVEIRA BRISIO 31914667-SE 9024.32 4

003 10300364 ELAINE CAROLINE DO NASCIMENTO LIBORIO 31789820-SE 10810.32 1

004 10300401 FREDERICO ALEXANDRE EVANGELISTA DE LIRA 1218113-SE 8874.83 5

005 10300372 MICHELLE NASCIMENTO DE SANTANA 33467455-SE 9139.57 3

006 10300345 PRISCILLA BATISTA ROCHA 31536689-SE 9361.76 2

007 10300368 TAISIS SANTOS MESSIAS 31437508-SE 8196.61 8

008 10300371 VIVIANE SANTOS

CANDIDATOS APROVADOS - Periodo Unico       - Grupo B -                                                                                                 
                                                                                                                                                       
CURSO - 640 - Teatro - Lic (noturno)                                                                                                                   
                                                                                                                                                       
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Seq  NumOrdem  Nome do Candidato                                         Identidade     Pontos   Coloc                                                 
------------------------------------------------------------------------------------------------------                                                 
                                                                                                                                                       
001  10300394  ADRIANO SANTOS ARAUJO                                      1380236-SE    9864.57     2                                                  
002  10300374  BARBARA LUANA DE MENEZES                                1293331155-BA    9302.49     3                                                  
003  10300357  JULIELES RAMOS DO NASCIMENTO                              21509603-SE    8904.18     5                                                  
004  10300383  LEANDRA HILARIO DE LIMA                                   17208651-MG    8952.65     4                                                  
005  10300355  LEANDRO FONTES DOS SANTOS  

 
CANDIDATOS APROVADOS - Periodo Unico       - Grupo C -                                                                                                 
                                                                                                                                                       
CURSO - 640 - Teatro - Lic (noturno)                                                                                                                   
                                                                                                                                                       
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Seq  NumOrdem  Nome do Candidato                                         Identidade     Pontos   Coloc                                                 
------------------------------------------------------------------------------------------------------                                                 
                                                                                                                                                       
001  10300399  PATRICIA MARIANA CORREIA DA CRUZ                           1347331-SE    8913.71     1                                                  
002  10300396  TIHAGO DOS SANTOS SANTANA        

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Artigo - "Parabéns para a Educação no Brasil!"

Maria Aparecida Silva Ribeiro - 18/11/2009

Parabéns para a Educação no Brasil!


No ano em que se comemoram os duzentos e cinqüenta anos da oficialização do sistema de educação no Brasil (Decreto de 1759 do Marquês de Pombal) e no mês em que um dos instrumentos de avaliação da educação nacional invade a cena dos noticiários pela suspeita de baixa isenção em seus procedimentos, um incidente localizado no pequeníssimo aeroporto do menor estado da federação cruza, de modo um tanto perverso, reflexões nascidas nas diversas instâncias de estudo da educação brasileira.

Num dos mais concorridos vestibulares do Brasil, candidatos de vários estados aspiram a uma vaga na Universidade Federal de Sergipe, disputando, muitos deles, durante anos seguidos, um lugar de um dos maiores departamentos desta instituição pública de ensino superior, maior em número de alunos, docentes, aulas ministradas, formandos etc - o Departamento de Medicina.

Em geral, vencem essa maratona os candidatos mais bem preparados. O que não quer dizer que os reprovados, ou não classificados, não tenham se esforçado – e muito. Mas que os que chegam a ocupar aqueles bancos escolares são os que foram efetivamente preparados para passar pela duríssima seleção; aqueles que, em geral, cursaram seu ensino fundamental e médio em instituições privadas, cujas altas mensalidades (principalmente, se colocadas na proporção dos salários pagos a professores, funcionários, trabalhadores de empresas públicas e privadas, dos diversos setores, da capital e região metropolitana; do interior, nem se fala...) lhes deram direito a um treinamento de rigor quase militar: horas e horas de estudo, de aulas expositivas, de técnicas de memorização – macetes, musiquinhas tolas para decorar fórmulas complexas – mediocridade disfarçada de esperteza; exercícios repetidos à exaustão – metodologia de rolo compressor – finais de semana inteiros dedicados a devorar apostilas insípidas, a simular provas, a comparar resultados – os seus com os de outros, os seus de hoje com os de ontem – em atividades massacrantes que, dentre outras coisas, os colocavam em permanente estado de ansiedade, os atiravam da euforia dos bons resultados à frustração nos testes em que não iam bem, mexiam com sua auto-estima, desestabilizavam seus humores. Enquanto isso, suas vidas passavam, sem se darem conta.

Mas, enfim, chegaram lá. Muitos da mesma escola seleta, da mesma superturma. Não é surpresa se encontrarem nas salas de aula das disciplinas do curso de Medicina classes inteiras de colegas de toda a educação básica, alunos que se conhecem desde o jardim de infância. Jovens que, à maneira do best seller dos anos oitenta, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, sabiam desde os oito anos de idade que seriam médicos. E que, para ser médico, num futuro que, à época, poderia parecer longínquo, teriam que ser o número um sempre, desde então. E que, desde então, colocaram em foco o domínio de um jogo que lhes garantiria, numa só tacada, a vaga no curso de Medicina numa instituição pública de educação superior – a mais prestigiada – e, como conseqüência, um lugar de destaque na sociedade sergipana, cujo usufruto de um título de “doutor” e conseqüente acesso a numerosos bens de consumo lhes garantiriam a recompensa por anos de trabalho árduo na escola e a satisfação de seus pais por terem dado a melhor educação ao seu filho.

No caso da médica que, no aeroporto de Aracaju, protagonizou um curta-metragem de péssimo gosto veiculado na Internet, além da conquista desse sonho de várias gerações de familiares, tinha também o de um casamento, com direito a príncipe encantado e lua de mel “no estrangeiro”. Epíteto de “doutora” acompanhado do de “esposa”, com direito a passaporte carimbado são, de fato, muitas conquistas acontecendo a um só tempo.

Mas no meio do caminho havia uma pedra.

A pedra em seu caminho foi o entrave à realização do conto de fadas da moça. E provavelmente não foi causado – apenas – conforme alegado por seu advogado de defesa, pelo estresse que sofreu por tanta felicidade junta.

Foi algo anterior e muito mais complexo.
Sem invadir levianamente o terreno pouco familiar das teorias do comportamento, já que o episódio é um prato cheio para psicólogos e demais interessados nas ações e reações humanas, fico com uma evidência cuja natureza tem ocupado, pelo menos, meus últimos quinze anos de estudos e prática profissional: a educação de crianças e jovens. Dito isto, avanço afirmando que a pedra no caminho da médica recém-formada e recém-casada resulta da precária apropriação que tem realizado, no decorrer do seu percurso formativo, das referências conceituais recebidas da família/escola/sociedade.

De fato, a moça deve ter sido filha obediente, boa aluna, amiga legal, em toda sua infância e adolescência. O sucesso inegável na prova objetiva, somativa, do vestibular que prestou, também, é sinal de esforço, disciplina, concentração. O casamento, provavelmente um sonho cultivado há muito tempo e compartilhado por outras jovens de sua idade, também diz alguma coisa a respeito de sua criação e formação familiar.

Mas, francamente, a moça não deve ter feito direito seus deveres de casa.
Por exemplo, se tivesse lido, bem, o bilhete de passagem que adquiriu, teria aprendido que a antecedência de check-in para vôo nacional é de uma hora e para vôo internacional, de duas.

Se tivesse lido os jornais dos últimos meses, teria se dado conta de que, atualmente, o chefe de estado mais poderoso do planeta é negro.
Se tivesse acompanhado um pouco das chamadas “atualidades”, que também é matéria dos concursos públicos, saberia que o presidente de seu país, já em seu segundo mandato, tem origem pobre, não ostenta diploma de ensino superior, embora os investimentos que têm feito em educação, inclusive na “superior”, revelem uma atenção especial a esse setor. Passível de críticas de diversos grupos, a que todo administrador da coisa pública certamente está sujeito, foi chamado de The Man por aquele chefe de estado mais poderoso do mundo. Uma expressão que, em inglês, quer dizer, mais ou menos, “O Cara”, com certeza não por sua origem ou pelo jeitão coloquial – em geral, pouco comuns em um estadista – mas pelo prestígio internacional que tem adquirido em sua trajetória.

Oh, mas a moça precisava relaxar! Se ela tivesse então, ao menos, visto um pouco da teledramaturgia nacional recente, a boa e velha novela das oito, veria que já existe uma Helena, do Manoel Carlos, moradora do Leblon, musa da glamourosa cidade de Búzios,(que já teve Brigitte Bardot como musa) que é (!) negra. Cuja interpretação coube à atriz que já foi protagonista em outra época, dando vida à Xica da Silva, a escrava tornada princesa à força dos diamantes, no Arraial do Tijuco ou Diamantina do período colonial – essa aula de História a doutora deve ter perdido.

Mas, com certeza, leu Machado de Assis. Porque o vestibular a obrigou. E será que não reparou, na leitura de sua biografia, que o maior escritor brasileiro de todos os tempos, fundador da Academia Brasileira de Letras era (!) negro?
Fragmentos de informação, pequenos detalhes que a escola deixou passar, ou que a leitura apressada dos textos dos livros, e dos textos da vida, não captou. Referências subliminares que os currículos formais não fizeram questão de ressaltar. E tampouco a leitora, de nível superior, fez questão de se apropriar: temas transversais, ligados ao momento histórico vivido pelo país e pelo mundo, tópicos de estudo sobre diversidade, tolerância, civilidade, educação social.

É fato que a moça tentou se redimir: à maneira das meninas da escola primária, surpreendidas em uma travessura qualquer na hora do recreio, pediu desculpas ao coleguinha. Mas foi de costas, na TV. Talvez para não prejudicar sua imagem de profissional da saúde (em geral, preocupados com o bem-estar coletivo). Só que, quando insultou o rapaz, estava de frente, aos berros, atirando ao chão objetos do guichê da companhia aérea, em sua fúria desmedida por ouvir, talvez como poucas vezes em sua vida, um não. E tampouco se importou de se declarar médica, na ocasião. Não parecia importar-se com o impacto de suas ações sobre sua carreira. Sua profissão parecia estar, pelo contrário, a serviço de uma “satisfação imediata ou seu dinheiro de volta”.

No calor da emoção, também, não tinha consciência de que havia uma câmera apontada para ela. (Nestes tempos de big brother, para o bem e para o mal, há sempre uma câmera atenta, à espera de uma imagem (in)digna de ser reproduzida. Às vezes, por sorte, a lente mira os infratores, os que têm algo a esconder. Como aqueles policiais lá do Rio de Janeiro, que deixaram o coordenador da ONG AfroReggae, educador social atuante, agonizar até a morte, depois de sofrer assalto, agressão, com o requinte de agentes da lei lhe subtraindo os pertences que os ladrões deixaram para trás.

Ainda bem que a mesma câmera que registra caras e bundas, registra coisas bem mais vergonhosas, criminosas e passíveis de punição (cujos processos, no caso dos dois crimes – omissão de socorro e racismo – faremos questão de acompanhar, pelo mesmo monitor indiscreto).

Neste ano, que a educação escolar no Brasil completa dois séculos e meio, especialmente neste mês de novembro, em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, meu recado, minha admiração vai para a família que educou, muito bem, o funcionário da companhia aérea que atendeu à doutora.

Para mim, de fato, ele também é O Cara!



Currículo
MARIA APARECIDA SILVA RIBEIRO é Doutora em Letras pela PUC-RIO, Professora Adjunta do Departamento de Letras da UFS. Colaboradora do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, PROJOVEM URBANO.

domingo, 22 de novembro de 2009

Estudantes de Laranjeiras promovem Mostra de Teatro


Cultura - 20/11/2009
Estudantes de Laranjeiras promovem Mostra de Teatro


O teatro é fundamental na formação cultural de qualquer pessoa. Ele desperta o interesse pelo conhecimento e mostra um pouco mais sobre a nossa própria cultura. Reconhecendo essa importância, a UFS promove, de 23 a 27 de novembro, o Trapiche - II Mostra de Teatro.

A ser realizado no campus de Laranjeiras, o evento tem por finalidade oferecer ao público em geral o contato com as atividades artísticas propostas pelos alunos do curso de licenciatura em teatro.

Segundo Rogers Nascimento, organizador do evento, “a mostra busca a interação da sociedade com a produção artística universitária. É uma oportunidade da comunidade ter contato com o teatro, e dessa forma valorizar mais o nosso trabalho”.

A mostra dispõe de oficinas, palestras, mesas de debate, apresentações teatrais e mostras expositivas. Autores como Nelson Rodrigues, João Cabral de Melo Neto, Carlos Cauê, Garcia Lorca serão encenados. Todas as atividade são gratuitas e abertas para a sociedade, com início a partir das 17h. Confira a programação.


Grupo Oxente

O consagrado Grupo Oxente de Teatro também participa da mostra, com a palestra “Teatro de Grupo” em que os atores vão narrar as experiências e também uma exposição de fotografias.

O grupo recentemente foi selecionado pela Petrobras para percorrer nove capitais brasileiras. Além do Oxente, um grupo de teatro da cidade de Simão Dias, bailarinos da capital e alunos do curso de Artes Visuais participam da mostra.

Mais informações em:

www.trapiche.blogspot.com

e teatroufs@hotmail.com.


Ascom
comunica@ufs.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O espetáculo “Olhos Verdes da Neurose"

Depois do espetáculo Chamado "OLHOS VERDES DA NEUROSE"da nossa amiga Ariane.”

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - Edital nº 2/2009

O Ministério da Cultura divulga o segundo edital de 2009 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, que cobrirá as viagens a se realizarem de julho de 2009 a abril de 2010, para as quais serão disponibilizadas, no total, R$1,9 milhão, do Fundo Nacional da Cultura (FNC). O programa se destina a artistas, técnicos e estudiosos da área cultural, convidados a participar de eventos fora do seu local de residência, para apresentar trabalho próprio, fazer residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. O evento deve ser promovido por instituição brasileira ou estrangeira, de reconhecido mérito, desde que não seja apoiado ou realizado pelo Ministério da Cultura, ou por uma de suas instituições vinculadas.

As inscrições variam de acordo com o mês em que se realizará a viagem (ver calendário abaixo). Em Brasília, os interessados que não tiverem acesso à internet podem se encaminhar à sede do MinC na Esplanada dos Ministérios, bloco B, 1º andar, Divisão de Atendimento ao Proponente/SEFIC, onde será disponibilizado, das 8h às 18h de segunda a sexta-feira (exceto feriados), computador para inscrição.

É possível anexar documentos comprobatórios do currículo, ou outros tipos de material (artigos publicados, portifólio etc) que o candidato julgar relevantes para a análise. Podem se inscrever pessoas físicas, grupos ou entidades culturais privadas e sem finalidade lucrativa, cujas candidaturas serão divididas em solicitações de grupo e solicitações individuais, que concorrerão separadamente. Apenas no caso destas últimas poderão ser apresentados pedidos com vistas a residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura.

Mudanças e critérios - No tocante aos critérios para atribuição de pontos, houve algumas modificações em relação ao Edital nº 1/2009. No intuito de fortalecer a disseminação das ações culturais no interior do país, além da bonificação de 0,5 às candidaturas originárias de fora de Brasília e das capitais estaduais, também dela se beneficiarão aquelas destinadas a eventos a se realizarem fora das referidas localidades.
Em observância às políticas públicas do Governo Federal, também receberão um bônus de 0,5 as encaminhadas por comunidades tradicionais, incluindo: povos indígenas, quilombolas, ciganos, povos de terreiro, irmandades de negros, agricultores tradicionais, pescadores artesanais, caiçaras, faxinalenses, pantaneiros, quebradeiras de coco babaçu, marisqueiras, caranguejeiras, ribeirinhos, agroextrativistas, seringueiros, fundos de pasto, dentre outros grupos.

A bonificação de um ponto aquelas destinadas à participação em eventos a ocorrerem na América do Sul ou na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) permanecerá.

Os critérios a serem considerados na avaliação serão os seguintes: relevância do evento e da instituição promotora para a área cultural da atividade desenvolvida; adequação do histórico de atuação do candidato ao trabalho ou estudo proposto; relevância da atividade a ser realizada/desenvolvida para a área cultural em que se insere; caráter inovador ou experimental da atividade; contribuição para a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras; intercâmbio e apropriação de tecnologias e conhecimento e troca de experiência. Cada item vale até 5 pontos, e a pontuação mínima para classificação é 16.

Confira o edital:

Edital de intercâmbio nº 2/2009

Calendário de inscrições:

Data das viagens previstas e prazo para encaminhamento das solicitações:
Julho - até 31/5/2009
Agosto - até 31/5/2009
Setembro - até 30/6/2009 (inscrições prorrogadas até 05/07/2009. Confira a Portaria de prorrogação)
Outubro - até 31/7/2009
Novembro - até 31/8/2009
Dezembro - até 30/9/2009
Janeiro de 2010 - até 31/10/2009
Fevereiro de 2010 - até 3 0/11/2 0 0 9
Março de 2010 - até 20/12/2009
Abril de 2010 -até 20/12/2009

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Publicado por Geisa - Observatório dos Editais
Categoria(s): INSCRIÇÕES ABERTAS
Tags: difusão cultural, Editais e Premiações, intercâmbio, Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - Edital nº, viagens